Para pular, brincar e não se preocupar

Para pular, brincar e não se preocupar

Alguns cuidados que preservam a saúde das crianças durante a folia

Piratas, bate-bolas, baianinhas e bailarinas, confetes e serpentinas. O carnaval está aí, e criança adora se fantasiar. É cada um mais lindo do que o outro nos bailinhos e blocos infantis, mas pais e responsáveis precisam estar atentos a alguns cuidados básicos pra que o samba dos pequenos não atravesse.

No Rio, por exemplo, faz muito calor, e é importantíssimo que além de bem hidratada a criança esteja confortável. O dermatologista Daniel da Costa, do Hospital Adventista Silvestre, recomenda atenção na hora de escolher a fantasia.

– O aconselhado é procurar tecidos leves, que não sejam sintéticos; e se a criança for se expor à luz solar, o ideal é que fantasia tenha cores claras – diz o médico.

Muito comuns nesta época, as máscaras também precisam ser avaliadas por um adulto.

– Vale observar se não interferem nas vias respiratórias e na visão, para evitar acidentes. Avaliar se não esquentam demais, e, dentro da medida do possível, evitar o uso por períodos prolongados. Ao seguir essas atitudes, diminui a probabilidade de acontecerem acidentes. Mas caso a criança sinta algum desconforto, o ideal é suspender o uso e procurar um médico – sugere o dermatologista.

Outro cuidado importante é não abusar na hora da produção. As meninas, por exemplo, adoram “brilhar”, mas o uso de purpurina, no cabelo e na pele, deve ser feito com cautela. Daniel orienta como usar:

– Só em crianças acima de 2 anos de idade e se não houver histórico de alergia com o produto. Evitar substâncias químicas para aderência, tipo colas. Uma opção é usar o protetor solar pediátrico antes, que também podem servir para a aderência da purpurina.  Tomar cuidado com olhos e vias aéreas. Para retirar os produtos, usar somente sabonete neutro e água fria.

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