O susto é inevitável. O perigo é real. Crianças e bebês precisam de socorro imediato em caso de engasgos. Mas o que devemos fazer quando um bebê ou criança se engasga?
O susto é inevitável. O perigo é real. Crianças e bebês precisam de socorro imediato em caso de engasgos. Mas o que devemos fazer quando um bebê ou criança se engasga?
Uso excessivo de telas é prejudicial às crianças. O pediatra e neurologista infantil Marcone Oliveira chama a atenção para os novos comportamentos e algumas alterações que já começaram a ser observados em crianças que passam muito tempo em frente às telas de smartphones, tablets, computadores, TVs.
A imunização crescente de gestantes e puérperas contra a Covid 19 é um dado bastante positivo, mas, segundo Renato Sá, chefe do serviço de cirurgia fetal da Perinatal (Rede D’Or) e presidente da SGORJ (associação de Ginecologia e Obstetrícia do EStado do Rio de Janeiro) ainda não é o momento de relaxar nos cuidados
Jogos, redes sociais, filmes, séries, vídeos diversos. Crianças e adolescentes encontram de tudo em smartphones e, não à toa, passam grande parte do tempo concentrados nas telas desses aparelhos. Para especialistas em saúde infantojuvenil, controlar o tempo de exposição às telas é, sim, fundamental. Tanto o tempo quanto o conteúdo. Mesmo para os adolescentes, que resistem mais a esse tipo de regra, tudo precisa ser supervisionado pelos pais ou responsáveis.
Em meio à pandemia, é normal ter a preocupação voltada para os riscos da Covid-19. Mas, em se tratando de saúde, é importante não se descuidar de nada. A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) destaca, por exemplo, a atenção a pele, unhas e cabelos das crianças, principalmente neste retorno às aulas presenciais.
Cardiopatia Congênita, anormalidade na estrutura ou função do coração do bebê durante a gestação. A doença é a segunda causa de mortalidade infantil no Brasil.
A Cardiopatia Congênita atinge um em cada cem bebês nascidos vivos no país, e um em cada três casos necessita de cirurgia complexa já no primeiro mês de vida. A doença pode ser diagnosticada ainda na fase intrauterina, e também pelo teste do coraçãozinho, que faz parte da triagem neonatal.
A sanção da Lei nº 14.154, em maio, ampliou as doenças diagnosticadas no exame realizado pelo SUS. Atualmente, o teste do pezinho oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde identifica seis doenças raras. Com a nova lei, o exame terá capacidade de rastrear até 53 doenças.
Gestantes e puérperas são incluídas no calendário de grupos prioritários da vacinação contra Covid-19
No mês dedicado à conscientização do autismo, é preciso falar de como o distanciamento social imposto pela Covid-19 têm afetado famílias de crianças com autismo. A mudança de rotina, sentida por muitos, é um desafio ainda maior para autistas. E depois de um ano de pandemia, profissionais de saúde mental destacam a importância do apoio …
Doenças raras, como o próprio nome diz, não são frequentes na população. Mas existem e costumam trazer muitos transtornos não apenas por serem doenças, mas por, muitas vezes, serem tardiamente diagnosticadas. Quanto mais cedo puderem ser identificadas, mais chances de tratamento e melhores condições de vida terá a pessoa. É com esse intuito que o …